A Rock World — empresa da família Medina, mesma organização do Rock in Rio — apresentou nesta terça-feira (19/08) ao prefeito Eduardo Paes o plano diretor do Autódromo de Guaratiba, que promete devolver ao Rio um equipamento de padrão mundial para o automobilismo. O complexo, que será construído em até 24 meses (após o início das obras), surge como uma solução privada, sem uso de recursos públicos, e com foco em sustentabilidade e legado social.
Detalhes do Projeto
Localização: Área próxima ao BRT Mato Alto (Entre Av. Dom João VI e Estrada da Matriz);
Pista: Ocupará apenas 2% do terreno;
Parque Ambiental: 98% da área será destinada a recuperação verde, com replantio de espécies nativas e preservação de um manguezal de 43 mil m²;
Financiamento: Via Operação Urbana Consorciada (valorização imobiliária como contrapartida).
Benefícios para a Cidade
🏎 Eventos internacionais: Capacidade para receber Fórmula 1, MotoGP, Stock Car e outros;
🌳 Legado verde: Criação de um parque público em região com baixa arborização;
🎓 Infraestrutura social: Espaço para escola e área de esportes/lazer gratuitos;
🚌 Mobilidade: Recursos para um Fundo de Mobilidade local.
Contexto Histórico
O Rio está sem autódromo desde 2012, quando o Autódromo de Jacarepaguá foi demolido para as Olimpíadas. Projetos posteriores (como em Deodoro) falharam por questões ambientais e judiciais. Desta vez, a Rock World aposta em:
✅ Compensação ambiental robusta;
✅ Modelo 100% privado (sem dinheiro público);
✅ Integração com BRT (acesso viável).
Próximos Passos
Aprovação da Câmara de Vereadores;
Licenciamento ambiental (maior desafio);
Início das obras previsto para 2026.













