A possível desistência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em instalar um supercomputador de inteligência artificial no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), em Petrópolis, voltou a gerar preocupação na cidade. O alto custo energético – estimado em R$ 7 milhões mensais – seria o principal obstáculo para a instalação do equipamento na Região Serrana.
⚡ Alto Custo Energético Ameaça Instalação
O Ministério considera não instalar o supercomputador em Petrópolis devido a:
• Custo de energia elétrica estimado em R$ 7 milhões por mês
• Estudos técnicos em andamento sobre a viabilidade operacional
• Alternativas em outras cidades com infraestrutura energética mais favorável
🏙️ Outras Cidades Na Disputa Pelo Equipamento
Vários centros tecnológicos brasileiros demonstram interesse em receber o supercomputador:
• Campinas – Capital nacional da ciência e inovação, com maior ecossistema de P&D do país
• São José dos Campos – Já abriga supercomputador do INPE e parque tecnológico de 188 mil m²
• Rio de Janeiro – Prefeitura ofereceu vantagens logísticas e usina de energia solar
🤝 Encontro Discute Medidas De Defesa
Representantes do Executivo municipal e instituições de Petrópolis se reuniram para:
• Discutir estratégias para manter o equipamento na cidade
• Analisar alternativas para reduzir custos operacionais
• Defender a importância do LNCC para o desenvolvimento tecnológico regional
📋 Situação Atual E Posicionamentos
• MCTI – Não se manifestou sobre o novo supercomputador, mas afirmou que o Santos Dumont permanece em Petrópolis
• LNCC – Declarou não ter manifestações a fazer no momento
• Prefeitura do Rio – Mantém interesse em receber o equipamento, oferecendo infraestrutura integrada ao Polo de Inteligência Artificial
A aquisição do supercomputador integra o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) entregue ao presidente Lula em julho do ano passado, representando um investimento estratégico para o desenvolvimento tecnológico nacional.













